“Senhor Jesus, Jesus piedoso, Jesus bondoso, que vos dignastes morrer pelos nossos pecados e ressuscitastes para a nossa justificação, eu vos rogo, pela vossa gloriosa Ressurreição, que me ressusciteis do sepulcro dos meus vícios e pecados para que eu mereça participar verdadeiramente na vossa Ressurreição. ” Santo Agostinho Estação em Santa Maria Maior Introdução: Exatamente […]
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Domingo de Páscoa

“Senhor Jesus, Jesus piedoso, Jesus bondoso, que vos dignastes morrer pelos nossos pecados e ressuscitastes para a nossa justificação, eu vos rogo, pela vossa gloriosa Ressurreição, que me ressusciteis do sepulcro dos meus vícios e pecados para que eu mereça participar verdadeiramente na vossa Ressurreição. ” Santo Agostinho

Estação em Santa Maria Maior

Introdução:

Exatamente como no Natal, é em Santa Maria Maior que se faz a estação desta festa, a maior de todo ano.

A Igreja não separa nunca Jesus de Maria e glorifica hoje com a mesma apoteose o Filho e a Mãe.

Jesus ressuscitado dirige-se em primeiro lugar ao Pai, em homenagem de sujeição incondicional, enquanto a Igreja, por seu lado, levanta a Deus um hino de sentido reconhecimento e lhe suplica que venha em socorro dos filhos que lutam com o mundo, o demônio e a carne, a caminho da pátria nova dos céus. Mas para isso é necessário comer o Cordeiro Pascal com os ázimos da virtude, de uma vida santa e impoluta. O Evangelho apresenta-nos as santas mulheres correndo ao sepulcro para ungir o Mestre com perfumes. Corramos também com a alegria de ressurgidos a ungir com o nosso amor e a nossa fidelidade à virtude o coração do Mestre, não morto, porque é imortal, mas alanceado, dilacerado pelos crimes do nosso tempo e, possivelmente, da nossa má conduta.

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