“Ave, ó Cruz, nossa única esperança! Tu aumentas a graça aos justos e perdoas as culpas aos pecadores, ó árvore gloriosa e refulgente, adornada com a púrpura do Rei, nos teus braços esteve suspenso o preço da nossa Redenção, em ti está a nossa vitória e o nosso resgate.” Breviário Romano Estação São João de […]
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Sábado Santo

“Ave, ó Cruz, nossa única esperança! Tu aumentas a graça aos justos e perdoas as culpas aos pecadores, ó árvore gloriosa e refulgente, adornada com a púrpura do Rei, nos teus braços esteve suspenso o preço da nossa Redenção, em ti está a nossa vitória e o nosso resgate.”

Breviário Romano

Estação São João de Latrão

Introdução:

A liturgia da noite pascal era noutros tempos uma das mais importantes do ano. Durante a tarde do Sábado Santo, reunia-se a assembleia cristã na Igreja de São João de Latrão, para o último escrutínio dos catecúmenos. Depois, com o Batismo solene: submergidos ou sepultados com Cristo nas águas batismais, os neófitos nasciam para a vida da graça à hora em que o Salvador saíra triunfante do túmulo, ao alvorecer do dia da Páscoa.  Seguia-se a Missa: toda a comunidade dos fiéis celebrava o sacrifício da Redenção, em ação de graças e nas alegrias da ressurreição.

No século XIII, começou a celebração da Vigília Pascal a ser antecipada para o sábado de manhã. Após a reforma da liturgia da Semana Santa, feita pelo Papa Pio XII, a Vigília voltou para o meio da noite de Páscoa. Voltando assim ao seu verdadeiro lugar, a antiga liturgia readquire todo seu significado e permite ao povo cristão reviver, com mais perfeita compreensão o mistério da graça e de luz em que se renova, de ano para ano, a vida dos batizados.

I PARTE: BÊNÇÃO DO FOGO

Introdução:

A Igreja que benze todos os elementos de que se serve para o culto divino, costumava benzer todas as noites o fogo novo que devia fornecer a luz para o Ofício de Vésperas. A liturgia do Sábado Santo guardou esse uso. Também se benze os grãos de incenso a serem inseridos no Círio pascal e cuja oferta a Deus será, então, aceita em odor de suavidade. À hora conveniente, cobrem-se com toalhas os Altares, mas as velas permanecem apagadas até ao começo da Missa. Tira-se fogo de uma pedra, fora da igreja, e ascendem-se carvões. O Padre, enfim, benze o fogo novo.

II PARTE: LITURGIA BATISMAL

Introdução:

Por meio das leituras escolhidas entre as melhores páginas do Antigo Testamento, completa a Igreja a preparação dos catecúmenos para a recepção do sacramento do Batismo. Acompanhadas das admiráveis orações que lhe servem de comentário, estas leituras recordam o grandioso plano de Deus na obra da nossa redenção; proclamam a regeneração em Cristo: nova criação, passagem do Mar Vermelho, figura do Batismo, incorporação dos cristãos na Igreja.

III PARTE: MISSA PASCAL

Introdução:

A Santa Igreja, depois de nos ter feito reviver a graça do Batismo, convida-nos a oferecer com ela o Santo Sacrifício da Missa. É a ação de graças dos redimidos: no mistério da celebração eucarística, oferece a Deus o Sacrifício do Calvário, em que o Cordeiro Pascal, imolado para a salvação do mundo, nos obteve a redenção.

Esta missa canta a alegria da ressurreição. Entoado o Gloria in excelsis Deo, toca o órgão e os sinos, que tinham se calado desde a Quinta-feira Santa. Depois da Epístola, sente-se a alegria transbordar, à tríplice entoação do Alleluia, cantado pelo celebrante e repetido pelos fiéis, seguido logo pelo entusiástico Confitemini e o salmo Laudate, em que a alegria pascal não conhece limites.

A cerimônia ocorreu na Igreja Principal da Administração Apostólica Paróquia do Imaculado Coração de Nossa Senhora do Rosário de Fátima. Campos do Goytacazes – RJ.

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