“Parti porque queria ver a Deus e, para vê-lo, é preciso morrer”. Santa Teresa No dia 23 de abril de 2017, às 10 horas da manhã, Domingo Quasimodo ou Domingo In Albis, foi um dia de regozijo e de alegria no Seminário da Imaculada Conceição, em continuação da alegria pascal. Na liturgia deste dia, no […]
" /> Recepção de Batina e de Tonsura Clerical

Recepção de Batina e de Tonsura Clerical

“Parti porque queria ver a Deus e, para vê-lo, é preciso morrer”. Santa Teresa

No dia 23 de abril de 2017, às 10 horas da manhã, Domingo Quasimodo ou Domingo In Albis, foi um dia de regozijo e de alegria no Seminário da Imaculada Conceição, em continuação da alegria pascal. Na liturgia deste dia, no Intróito da missa: “Quasi modo géniti infantes” “como crianças recém-nascidas”, em aplicação para os que receberam a batina e a tonsura, recém-nascidos para uma nova vida, a vida de um novo homem. A batina é sinal de morte para o mundo. Tanto a batina como a tonsura tem o significado do despir-se do velho homem e revestir-se do novo homem. É um verdadeiro renascimento para uma nova vida, “Quasi modo géniti infantes”.

Vivendo ainda as memórias das celebrações da Semana Santa e com a alegria de querer ver a Deus de um modo mais perfeito, os 9 seminaristas puderam dizer mais um sim’ em suas caminhadas vocacionais, e responder afirmativamente ao chamado que lhes foi feito pelo Senhor.

Durante a Santa Missa Pontifical celebrada por Sua Excelência Revma. Dom Fernando Arêas Rifan, foi feita a recepção de batinas aos seminaristas do 2º ano de Filosofia:

Antônio Lucas Dias Pinto, Rio Bonito – Rio de Janeiro.

Fabrício de Oliveira Boechat Soares, Bom Jesus do Itabapoana – Rio de Janeiro.

Humberto Ramon Santos, Caruaru – Pernambuco.

João Bosco Pedrosa Fragoso Carvalho, Bom Jesus do Itabapoana – Rio de Janeiro.

José de Anchieta Rodolphi Fabre, Varre-Sai – Rio de Janeiro.

Hermes Lucas Silveira Trassi, Manaus, Amazonas.

Rafael Antônio Correa Coelho, São Luís, Maranhão.

Sang Ho Lee, Varre-Sai – Rio de Janeiro.

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Recebeu a Tonsura das mãos do Bispo o seminarista do 1º ano de Teologia:

Kelvin Geraldo Zizcycki, Curitiba – Paraná.

Assista o vídeo desta cerimônia AQUI.

Como explicou Dom Fernando, a recepção da batina é um costume corrente na Igreja e assim o fazem aqueles que se consagram a Deus e, desprezando as máximas do mundo, despojam as vestes velhas para se revestirem de hábito novo. A tonsura, por sua vez, é símbolo de servidão a Deus, a exemplo dos servos dos tempos antigos que tinham suas cabeças raspadas em sinal de respeito e submissão ao senhor, mas aqui a servidão é ao verdadeiro Senhor, Jesus Cristo.IMG_2977

Peçamos ao Cristo Ressuscitado, que pela sua graça e misericórdia, faça perseverarem os seminaristas em suas vocações e para que muitos outros jovens, a exemplo destes, que se doaram ao Senhor, possam também dizer sim a Deus.

CLIQUE AQUI e confira as fotos da cerimônia de Recepção de Batina e de Tonsura Clerical.

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