A devoção mariana esteve muito presente na minha vida desde a infância, também como coroinha e como jovem. Uma das coisas que me chamou a atenção e me marcou foi quando entrei na vida monástica, no mosteiro. Todos os mosteiros cistercienses, no passado, tinham o nome de alguma Nossa Senhora. E morar numa comunidade monástica, […]
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A devoção mariana desde a infância

A devoção mariana esteve muito presente na minha vida desde a infância, também como coroinha e como jovem.

Uma das coisas que me chamou a atenção e me marcou foi quando entrei na vida monástica, no mosteiro. Todos os mosteiros cistercienses, no passado, tinham o nome de alguma Nossa Senhora. E morar numa comunidade monástica, tendo Maria no nome do mosteiro, foi algo marcante para a minha vida.

Marcou-me também outra coisa, logo no início da vida monástica, e no início do noviciado.

Foi quando eu pude ver a beleza de saudar Nossa Senhora com a Salve Regina ao final do dia, após as orações finais, à meia luz, apenas com a imagem de Nossa Senhora iluminada, antes de começar o grande silêncio da noite. Creio que é um gesto que a vida monástica até hoje tem.

Outro elemento que me marcou é aquilo que também se conta de Nossa Senhora, mãe dos cistercienses: Maria no céu com um manto bastante amplo cobrindo os cistercienses debaixo do seu manto, onde ela acolhe a todos.

Portanto, eu creio que para mim, além de tudo aquilo que já tinha vivido, das várias experiências marianas, especialmente a vida monástica, seja pelo nome dos mosteiros, seja pela saudação ao final do dia, seja pela figura de Maria com o manto cobrindo os cistercienses, são elementos marcantes da minha vida.

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Dom Orani João Tempesta,
Cardeal arcebispo do Rio de Janeiro

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